BEM VINDO(A) AO EGBR, PRIMEIRA E MAIOR FONTE BRASILEIRA SOBRE EVA GREEN, ATRIZ FRANCESA CONHECIDA POR PAPÉIS EM THE DREAMERS, 007 CASINO ROYALE E NA SÉRIE PENNY DREADFUL. AQUI VOCÊ ENCONTRARÁ NOTÍCIAS, ENTREVISTAS E MAIS!
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Neste final de semana do dia 15/07/2017, está acontecendo a D23 Expo, que é um evento proposto pela Disney, trazendo novidades e entretenimento para os fãs de seus filmes.

Dessa forma, neste sábado (15/07), o Line Up dos filmes da Disney a serem lançados nos próximos anos foram divulgados. Entre eles, estava Dumbo, que ganhou sua data de estreia prevista para 29 de Março de 2019.

Durante o evento, segundo o site Slash Film, Burton teria enviado um vídeo para o evento diretamente dos bastidores do filme, dando um “olá” para o público.

Durante o vídeo, Burton mostrou partes de um circo, no qual é o local onde a história se passa. E gravou seu vídeo dentro do Casey Jr., o trem icônico do filme original.

A informação é de que a produção do filme já teria começado e seria gravado em Londres.

O público também conseguiu visualizar que o filme tem uma estética colorida e fantasiosa, como em Alice in Wonderland.

Eva Green irá interpretar uma trapezista francesa chamada Colette, que é contratada pelo vilão da trama, Vandermere, que será interpretado por Michael Keaton.

O filme também contará com os atores Colin Farrell e Danny Devito.

 

Sinopse:

O Trama se trata de um elefante de circo que era zombado por possuir enormes orelhas, mas em seguida descobre que pode utilizá-las para voar.

Dumbo será dirigido por Tim Burton, diretor no qual Green havia trabalhado anteriormente em Dark Shadows (2012) e Miss Peregrine’s Home For Peculiar Children (2016). Será um remake da clássica animação de 1941, mas dessa vez, em versão de Live Action.

credits: Kino Gallery.

Miss Peregrine’s Home For Peculiar Children
TM & © 2015 Twentieth Century Fox Film Corporation. All Rights Reserved. Not for sale or duplication.

O Roteiro será responsável por Ehren Kruger (sequência dos Transformers) e produção por Justin Springer (TRON:Legacy)

O projeto será uma mistura de CGI com elementos de Live Action para dar um novo toque à história.

 

OBS: O post será atualizado ao decorrer do surgimento de novas informações

 

 

Hoje, 06 de Julho de 2017, Eva e sua irmã gêmea Joy, completam 37 anos de vida.

Portanto, para comemorar essa data, o Eva Green Brasil preparou um post retratando desde o nascimento das gêmeas, até o desenvolvimento da carreira de Eva, desejos, e curiosidades.

 

Filhas da atriz Marlène Jobert e do dentista Walter Green, ambas tiveram uma infância especial, aos cuidados de uma mãe bastante intuitiva, criativa e amorosa. Que fora de grande importância para o desenvolvimento pessoal de Eva e de sua irmã Joy.

“Na verdade, foi assim que ele conheceu minha mãe. 

Sua mãe era uma paciente dele?

Sim, e foi: “Oi, vamos sair?”

-Eva para o The Guardian 2011

 

A atriz francesa Marlene Jobert, deu a luz às Gêmeas Eva e Joy Green, por parto cesariano, no dia 6 de julho de 1980, em Paris, França. Eva nasceu um minuto antes de Joy.

Jobert era uma atriz muito famosa na França, portanto após o nascimento das gêmeas, Marlene e Walter mudaram de endereço, longe da cidade.

Desde muito novas, as gêmeas já eram capa de revista, juntamente com sua mãe. Apareceram em diversos artigos durante a infância e adolescência.

 

 

Marlène Jobert, uma atriz que virou escritora de livros infantis, é de ascendência judia sefardita; Seu pai, Walter é dentista, metade sueco, metade francês. Eva se descreve como uma judia secular que nunca frequentou a sinagoga quando criança.

-The Guardian 2016

“Eu inventei a história de “A bruxa do Parc Monceau’ ‘enquanto estávamos em férias na Córsega com Jacques Séguéla. Era o começo, esperávamos um táxi. Tornava-se cada vez mais difícil manter as meninas tranquilas, então eu sugeri uma história. Eu não tinha livros na mão, e, portanto, eu criei a partir do zero. […] Quando chegamos em Paris, as exigentes gêmeas me chamaram mais tarde. Eu contei uma estória de suspense, e elas queriam novos detalhes.” Diz Marlène.

-Jeudi

“Eu tive minhas meninas tarde, na idade em que uma mulher já sabe o sentido das coisas. Para as minhas filhas, eu sou o fluxo de suas necessidades. Cada uma tem sua própria personalidade. Eu tenho que ajudá-las a florescer. Elas são tão diferentes. Dediquei “A bruxa do Parc Monceau” à Eva, que está sempre pronta para que eu conte uma estória de bruxa, e confia mais que sua irmã. Joy é mais secreta, prefere “O animal estranho”, porque ela gosta muito de rir”

– Madri

 

“Quando eu era criança, eu gostava de ficar com medo. Eu lembro de falar para a minha mãe ‘Por favor, conte-me um conto de fadas’ mas tinha que ser assustadora, com uma bruxa terrível. Tinha que terminar bem, claro.” Diz Eva

-Film4 2016

Segundo seus pais, Eva e Joy têm personalidades opostas:

“Enquanto Eva gosta de estar na cidade, Joy ama o campo e seus cavalos. Elas não se davam bem quando adolescentes, mas Joy agora está muito orgulhosa de Eva. Elas são muito próximas. ”  

“Eva revelou um talento para música e teatro e ambas aprenderam a cavalgar, mas Eva ‘não se divertia nem um pouco’, de acordo com seu pai. “Ela ficava muito trêmula e não tinha sentimentos pelos cavalos, enquanto a Joy os amava”.  Diz seu pai, Walter Green

DailyMail 2006

“Eu costumava tocar piano. Eu parei quando eu tinha mais ou menos 17. Se eu me sentasse em um piano agora eu provavelmente poderia tocar um ou dois trechos. Talvez “Nocturnes” de Chopin.”

-CG Magazine 2009

Quando questionada sobre qual filha Marlène é mais próxima, a mesma disse que encontra um pouco de si em cada uma, em Joy, com seu amor pela natureza e pelos prazeres simples, e Eva por sua sensibilidade artística.

 

  • Quando crianças, as gêmeas eram cuidadosamente protegidas pela mãe, que queria preservar a privacidade da família e ver suas filhas crescerem como qualquer criança. Por vezes, as gêmeas eram registradas com nomes diferentes nas listas de hotéis, durante as férias da família.

 

  • As meninas foram para uma escola bilíngue em Paris e passavam as férias na Inglaterra, Irlanda e América, aperfeiçoando o inglês.

 

  • A família de Eva costumava viajar bastante nas férias, para lugares como Normandia, Córsega, e Marrocos. Diversas das fotos divulgadas da infância de Eva, se tratam de registros destas viagens.

 

 

  • Quando criança, Eva costumava sonhar que sua vida se tratava da lembrança de vida de uma senhora velha.

 

  • Eva tinha medo do mar, que foi superado fazendo-a se apaixonar por este.

 

Marlène alega que suas filhas eram curiosas, gostavam muito de aprender e eram boas alunas. Mas apesar de ótima aluna, Eva sentia muita vergonha de ter que levantar a mão para perguntar algo aos professores.

 “Eu não era popular na escola, eu era bem nerd, ficava grudada nas paredes. Eu era muito tímida. Na verdade ainda sou muito tímida. Não conseguia falar, ficava vermelha quando o professor me fazia uma pergunta, eu ficava paralisada.”

– Eva para W Magazine.

“Eu era muito estudiosa,  até demais. Eu nunca saia nos fins de semana. Eu era muito séria.”

 – Green para Telegraph, 2012

Durante a infância e adolescência, Eva detestava festas de aniversário, e nunca ia quando era convidada.

“Ok, eu admito, eu era estranha! Bem, eu realmente era bem tímida. Eu nunca quis ir às festas de aniversário, provavelmente porque eu estava com medo de palhaços. Mas já superei isso!”

– HH Journal 2016

“E não, eu não era boa com os garotos, meu deus, nada boa

– W Magazine 2016

Pela timidez, sua mãe Marlene, a colocou no teatro para que superasse.

“Então, estranhamente, talvez até mesmo com masoquismo, eu decidi fazer aulas de teatro para ser outra pessoa e talvez ganhar alguma confiança. Então, eu achei o que eu realmente gostava, e então eu sabia que estava tudo bem, que o que eu gostava de fazer era ser outras pessoas”

-Telegraph 2015

Depois de terminar a escola, Joy ingressou faculdade de negócios. Ela agora cria cavalos na Normandia com seu marido italiano. E vive na Itália, próximo à Toscana.

Eva estudou drama em Paris e depois em Londres, onde ganhou um lugar na Academia de Drama da Webber Douglas.

“Minha mãe Marlene Jobert tinha medo de me tornar uma atriz como ela. Ela
sabia que eu era muito sensível e frágil. Então eu aprendi com ela como parecer mais forte do que eu realmente sou.”

“Ela disse: Você quer ser uma atriz? Então, aja como se não estivesse com medo de nada. ” ” O conselho  dela me fez sentir viva. Fui constantemente encorajada a me expressar e viver minha vida verdadeiramente.”

-The Sun, 2012

“Ela é um pouco horrorizada [pelo que eu faço]. Às vezes eu fico tão preocupada [com um papel] que ela dirá: ‘Não se estresse’, mas havia menos concorrência no tempo dela. Ela vai discutir sobre um Papel e trabalhamos nas falas. Ela acha que atuar é um negócio terrível e é verdade, é difícil depender do julgamento de outras pessoas o tempo todo. Você não deve tomar isso pessoalmente, ser forte “.

-The Guardian, 2011

TELEVISION FILM ‘AVOCAT D’OFFICE II’ BY BERNARD STORA (Photo by Stephane Cardinale)

Eva quando criança assistiu todos os filmes de sua mãe

“Ela é muito espontânea na tela, instintiva, frágil, muito parecida com Shirley MacLaine. Ela é como um passarinho, muito diferente de mim”.

-Eva para o The Guardian 2011

Eva Green começou sua carreira no teatro,  e atuou em peças como TucaretJalousie En Trois Fax

“Adoro teatro e já fiz, e tenho muito medo de voltar ao palco. Eu adoro, mas prefiro [cinema] – acho que somos teatrais de uma boa maneira, mas se f****** tudo, fazemos de novo.”

– 2016 para Vice. 

“Eu estava nesta peça e eu não me dei bem com o diretor, e eu não gostava da peça. Foi muito grotesco, sabe? Muita maquiagem e perucas e eu estava interpretando, essa coquette. Eu estava no palco durante a maior parte do tempo, além de três minutos, quando eu fui autorizada a sair e fazer xixi em um balde. E durante esses três minutos eu estava sentada em um balde, fazendo xixi e chorando ao mesmo tempo ” “Ah, foi terrível. Foi um pesadelo. Eu odiava tanto”. 

–  para o The Guardian 2010

 

Depois de estudar atuação em Londres e Nova York, ela voltou para Paris , onde atuou em várias produções de teatro, incluindo Jalousie In Trois Fax, onde foi notada pelo diretor Bernardo Bertolucci. Ele se aproximou da jovem e pediu-lhe para estrear no seu novo filme The Dreamers (2003), uma adaptação do romance de Gilbert Adair.

Ambos os pais de Green tentaram convencê-la a não aceitar e a tentar provar ser um papel decisivo para seu primeiro filme.

“Por causa do que aconteceu com Maria Schneider em ‘O Último Tango em Paris’. Schneider desapareceu depois que o filme se tornou um sucesso, depois registrando-se em um hospital psiquiátrico italiano. Vários anos depois, ela retomou sua carreira.”

“Ele nos deu muita liberdade e nos deixou ser. Ele não deu muita direção. Nós não ensaiamos – ele confia na magia do momento. Foi inocente, divertido e louco.”

– The Guardian 2016

“Eu tive uma cena em que minha própria personagem iria perder sua virgindade. Eu tive de lembrar como eu me senti quando eu fiz sexo pela primeira vez. Sou tão reservada na vida real,
mas eu me surpreendi completamente.”

The Sun UK 2012

“É interessante porque, quando saiu, não teve muito sucesso. Na França, morreu muito rapidamente nas bilheterias. É realmente ao longo dos anos que as pessoas começaram a gostar. Quero dizer, eu adorei. Foi o meu primeiro filme, eu era tão fã de Bertolucci, e é um filme tão livre. Muito puro, divertido. Quero dizer, eu nunca assisto meus filmes, então isso é apenas o que eu experienciei.” 

 

Eva diz que atuar, é um trabalho estranho e de muita exposição. Ela sempre está se questionando; Sempre temendo que ela não esteja à altura.

“Minha mãe costumava dizer que há duas pessoas dentro de mim. Eu não me conheço. Mas ao mesmo tempo é minha salvação, ou algo assim. Eu me sinto viva quando estou trabalhando em uma personagem. Eu não poderia fazer outra coisa. Tenho muita sorte de ganhar dinheiro com isso e ser o meu trabalho. Eu acho que minha timidez teria me matado em outros trabalhos.”

“Às vezes, eu sou muito exigente comigo mesma. Sinto que sou meio esquizofrênica, é isso que minha mãe diria. Eu posso ter certeza de algumas coisas, posso ser franca e muito determinada. Mas eu diria que eu não sou muito confiante quando sinto que tenho que me provar. E nesse negócio você deve manter sua armadura e ser forte. Ao mesmo tempo, você deve manter sua vulnerabilidade para o set – ser capaz de agir, então é um pouco difícil. Ainda estou aprendendo. “

 – Eva Green para Vice, 2016

“Eva não pode se imaginar fazendo outra coisa. Ela revelou qualidades que eu não suspeitava: uma resistência física e mental, a presença de uma densidade impressionante e um talento inegável. É uma profissão ingrata, injusta, cruel e muito aleatória.” “Eu pensei que você mais frágil do que parece.” – Marlène sobre Eva

– Pure People, 2014

Apesar de sua timidez, Eva vêm interpretando mulheres fortes e ‘femmes fatales’ ao longo de sua carreira que são muito diferentes de sua própria personalidade

“Quando me colocam na caixa de “misteriosa”, às vezes eu fico, que seja. É porque tenho cabelo escuro. [Risos] É verdade que eu não pertenço … Sempre me senti assim quando criança, sinto que estou flutuando, um pouco. Gostaria de ser mais pé no chão. Eu não sei como definir isso. É timidez. Na escola, nunca estava em grupos, sempre tive um melhor amigo. Se eu tivesse que falar na frente de alguém, eu iria quase desmaiar. De qualquer forma. Então, agora estou fazendo isso”

Eva declarou sempre ter sido atraída por papéis mais ‘obscuros’ mas não apenas isso, papéis complexos, que vai se descobrindo pouco a pouco da personagem. Sua família não entende por que ela é tão atraída para o lado obscuro.

“Se eu ouvisse o conselho da minha mãe, eu não faria nada. Digo-lhe a história e ela: “Ah, Deus! Por que você está fazendo isso? “Por que você não pode interpretar algo normal?” 

“Eu não sou tão confiante na vida real, então às vezes sou atraída por interpretar mulheres fortes, porque eu gostaria de ser assim na vida real. Se alguém me aborrecesse, gostaria de poder dizer:”Corte a cabeça fora” ‘No geral, eu sou muito assustada, por isso é um sonho ser tão esquisita no cinema, mesmo que sendo grossa e malvada. Na realidade, eu realmente sou bastante introvertida.”

-Telegraph 2015

Sua irmã Joy, atualmente é casada e têm dois filhos com um italiano, Giulio e Vittorio.

Eva já declarou que não gosta da ideia de casamento, a ideia de  viver com alguém não a agrada.

“Acho que não seria capaz de viver com alguém agora “, diz ela. ‘Eu decidi. Eu acho legal ser independente e ter seu próprio espaço. ” Claro que muitas pessoas compartilham tudo e estão muito felizes. Isso depende da pessoa.”

– Telegraph 2012

Quando estava na escola, ela assistia seus colegas de classe flertando

“Eu sentia como se eles estivessem brincando de casal, brincando em estar apaixonado. Eu queria a coisa real. Eu era talvez um pouco pretensiosa “

“Eu sinto como se eu estivesse flutuando, tipo sonhar acordado, não vivendo minha vida completamente. Eu queria poder ser mais “- ela clica nos dedos –” qual é esse livro? O Poder Do Agora. Eu deveria lê-lo.”

– Telegraph 2012

“Tenho certeza de que não sou a pessoa mais fácil de se conviver, mas quem é? Eu provavelmente sou um pé no saco tem horas”

– CG Magazine, 2009
 

D’après une histoire vraie (Baseado Em Fatos Reais), roteirizado por Roman Polanski e Olivier Assayas, estrelado por Eva Green e Emmanuelle Seigner, foi recentemente anunciado ter sido adicionado ao LineUP de Cannes 2017 no site oficial do evento.

O filme se encontra na categoria ‘Out Of Competition’ que representa um filme cujo não apresenta os requerimentos para estar na competição. Mas fora apreciado o bastante para entrar da mesma forma.

O Festival de Cannes tem como propósito revelar e valorizar obras para servir a evolução do cinema, favorecer o desenvolvimento da indústria do filme no mundo e celebrar a 7ª arte a nível internacional.

As filmagens começaram em novembro de 2016, na França. O filme fora filmado na língua francesa, língua nativa de Eva Green e está programado para ser lançado no ano de 2017 segundo o IMDB.

O filme é uma adaptação do romance de Dalphine Vigan ‘D’après une histoire vraie’ em português ‘Baseado em fatos reais’. Fala sobre Dalphine (Emmanuelle Seigner), escritora, é tomada pelo bloqueio criativo. Conhece L. (Eva Green), uma mulher sofisticada, confiante, feminina, carismática e atraente. Tudo o que ela sempre desejou ser. L. parece ter um passado misterioso, trabalha como ghost-writer, e entra de modo insidioso na vida da escritora, que vê na amizade uma forma de superar seu bloqueio criativo. L. é a amiga perfeita, sempre disponível, e logo passa a interferir nos aspectos mais íntimos da vida de Delphine. O domínio de uma sobre a outra é inesperado. A conexão entre elas parece… inacreditável.

As primeiras imagens foram liberadas pela atriz Emmanuelle Seigner e pela equipe de produção, confira:

 

 
Signature for Good na loja da Montblanc em Hamburg 24/06/2009

Signature for Good na loja da Montblanc em Hamburg 24/06/2009

Não há dúvidas que Eva Green e seus anseios por ajudar o mundo vêm se mostrando de grande ajuda para muitas pessoas. A atriz, que também foi embaixadora e porta-voz da Montblanc, para a UNICEF. Consequentemente, participou de muitos projetos que visam transformação social e ajudam a milhões de crianças a ter acesso a educação;

 

O primero projeto com que Eva se envolveu no ano de 2017, foi para ajudar a salvar Dylan, filho de um dos membros da familia de Penny Dreadful. Que sofre de uma doença genética chamada Deficiência Múltipla de Sulfatase. Eva ajudou a divulgar o projeto (savingdylan.com) para ajudar Dylan com um vídeo, pedindo doações para ajudá-lo. Após algumas horas, o site saiu do ar devido a uma grande quantidades de acessos. Graças à Eva, Dylan arrecadou uma quantia expressiva, todos foram bastante agradecidos à ela.

Confira aqui (legendado):

Confira a história de Dylan (inglês):

 

 

Eva Green, há em média um ano, visitou a Tanzânia. Assumiu, em muitas entrevistas ter sido uma viagem incrível. O que hoje, ajudou a incentiva-la a envolver-se em projetos sociais para ajudar milhões de pessoas que vivem em diversos países da África.

Portanto, recentemente, Eva tornou-se embaixadora do Singita Grumeti, no qual o objetivo é ajudar na preservação do ecossistema Serengeti,na Tanzania, e desacelerar as consequências da devastação ambiental, preservando a vida selvagem. Eva gravou um vídeo convidando a conhecer o projeto acessando o site http://www.singitagrumetifund.org .

Confira (legendado):

Eva também, juntamente com o Tristan, fundador do projeto ‘Power:On’ que leva energia para vilas de países da África, produziram um curta-metragem chamado ‘Turn The Power:On’ (https://en.turnthepoweron.co) para divulgar o projeto. E pede a ajuda de todos para divulgá-lo. Para que ganhe visibilidade ao redor do mundo. O curta-metragem é narrado por Eva, apresentado por Tristan e dirigido por Antoine Bettilard. Confira aqui:

(Ative as legendas na barra abaixo do vídeo e altere nas configurações ao lado o idioma para ‘Português (Brasil)’ ) Legenda em PT(BR) feita pela equipe do Eva Green Brasil.

 

Pouco conhecida na França, a filha de Marlene Jobert conquistou Hollywood. Ainda, que incorpore a femme fatale, se diz tímida e até mesmo confessa o desejo de solidão.

Uma aparição. Desprovida do lado de estrela que procura agradar. Eva Green é misteriosa involuntariamente. << Eu venho de outro planeta >> ela se desculpa. Os olhos de um azul abissal lhe atestam. Ela veste preto, anéis sagrados, botas corsário, mas é muito gentil. Foi uma Bond Girl superior (A única que enlouqueceu o agente 007, de Casino Royale), foi Vamp e vampira, vestal, bruxa, amazona, médium (na série Penny Dreadful), é um caso: Uma atriz francesa que conquistou Hollywood, sendo quase desconhecida na França. Ela fala rápido, se desvaloriza tão facilmente, que se irrita. Uma pequena criatura selvagem, <<filha de Marlene Jobert>> que cresceu nos belos quarteirões, perto do parque Monceau, em Paris, leva uma vida reclusa em Londres. Hipersensível, ela parece se subtrair, a tudo: a cidade, as mundanidades, sua imagem. Mas, sonha ao mesmo tempo, em interpretar <<Uma guerreira fervorosa, como Joanna D’Arc>>. Ela não tem realmente idade, ela aprende todos os dias, a se conhecer.

Você está atualmente filmando o novo filme de Roman Polanski…

É um segredo claustrofóbico, adaptado do romance de Delphine de Vigan, D’après une histoire vraie. Um livro mental, perturbante, feito para Polanski. Eu mesma estou um pouco perdida, porque muda as cenas diariamente, testando várias pistas. O filme está em sua cabeça. Eu interpreto a amiga muito ambígua de uma escritora, que é interpretada por Emmanuelle Seigner. Uma espécie de dupla, da qual nos perguntamos se existe ou não. Um papel muito complicado…

Como ele é dirigido?

Eu nunca vi alguém tão obcecado com os detalhes. Além disso, os ângulos da câmera são singulares, longe de convenções. Ele conhece bem todos os profissionais, até a acessorista. É raro em nossos dias ver um cineasta também polivalente.

É o seu primeiro filme em francês depois de Ársene Lupin, de Jean Pierre Salomé há 12 anos. A língua afeta o seu trabalho?

Minha voz já não é a mesma coisa. Cada um tem várias vozes de acordo com suas emoções. O inglês, que não é minha língua materna, é como uma armadura. Para Casino Royale, precisava que meu tom “britânico” soasse impecável, eu tive muito trabalho com meu tradutor. As línguas estrangeiras ajudam a escapar de si mesma, a se descentrar. O inglês americano facilita exuberância, o insulto, porque não… Sobre Roman Polanski eu estava aliviada com a ideia de ser menos prisioneira da língua, de poder improvisar, mas, na verdade, eu tenho a impressão de estar nua. Moral: No francês, como no inglês, eu tenho o mesmo nervosismo. Esta questão da língua é interessante: O prazer de pronunciar tal consoante, de buscar seu som. Eu adoro o que é gutural: O alemão ou o árabe.

O seu pai é sueco. Você fala essa língua?

Infelizmente não, embora eu tenha nacionalidade sueca e que eu ouça o GPS de seu carro, meu pai não falava sueco conosco em casa. Eu conheço apenas alguns palavrões, mas eu tenho uma afinidade com essa língua, aninhada em meu subconsciente. Da minha atração pelos filmes de Ingmar Bergman, a literatura do norte: Ibsen…Eu sou muito orgulhosa da minha bisavó, que era de Haparanda, no norte da suécia. Ela foi a primeira fotógrafa repórter jornalista, no início do século XX. Ela se chamava Mia Green. Em sueco, se pronuncia <<Gréne>>, não <<Grine>>. Que significa <<ramo>>. E sim, Eva ramo, isso é tudo menos chic…

Que criança e adolescente você era?

Boa na escola, mas de uma timidez doentia, pânico com a ideia de fazer uma apresentação na classe. Eu tinha que passar meus orais de francês. Uma noite, eu disse a minha mãe <<Eu não quero ir à escola>>. Ela me disse <<Isso não é grave>>…Poucos pais reagiriam assim. Eu entrei para a escola americana, onde me senti muito melhor, porque haviam cursos de história, arte e fotografia…Criança, eu tinha a impressão de flutuar em um sonho ou de ser a voz de uma mulher velha que conta sua vida. As festas de aniversário, eram um pesadelo, eu temia os jogos, de não compreender as regras. Hoje ainda, eu não gosto de festejar o meu aniversário, talvez é um narcisismo invertido. No entanto: Eu tenho medo que tudo seja perdido. Eu quero que a música seja perfeita.

Apesar, ou por causa dessa timidez que você decidiu se tornar uma atriz…

Isso foi feito progressivamente. Eu senti um choque depois de L’histoire de Adele H de François Truffaut, e sua heroína comprometida profundamente no amor. Eu sou desde então, uma grande fã de Isabelle Adjani, que sempre me inspirou. Alguém completa, que não mente… eu decidi, por um momento, seguir o curso de arte dramática: Eva Saint-Paul contou muito. Eu sabia que queria este trabalho, mas eu ainda estava escondendo dos outros. Eu dizia que queria ser diretora. Eu comecei no teatro, com Dominique Labourier e Isabelle Gélinas, duas grandes mentoras. E, eu abandonei, muito nervosismo, o medo de errar, a angústia de recomeçar todas as noites. Mesmo quando eu não estou lá, eu tremo por aqueles que estão no palco. Talvez aí esteja a beleza do teatro… Eva Saint-Paul me disse muitas vezes que eu tinha sido feita para o palco. Talvez eu volte…

O seu primeiro filme Os sonhadores de Bernardo Bertolucci (2003), onde você está frequentemente nua. Um desafio sobretudo levando em conta a reputação de Bertolucci…

Minha mãe tentou me dissuadir. Mas eu adoro o seu trabalho. Eu tinha um enorme pôster de O Último Tango em Paris no meu quarto. A filmagem foi idílica. Eu guardo a lembrança de um filme de adolescência livre e feliz. Eu devo muito à Bertolucci. É graças a ele que eu estou aqui. Mas, eu ainda fico admirada de ter conseguido assim me doar, eu que sou tímida, desconfortável mesmo em um maiô. Eu sei das relações difíceis que Maria Schneider teve com ele, e o mal que ele a fez, mas comigo, ele tinha aprendido e envelhecido. Nós fomos todos muito bem tratados, como seus filhos.

<<Tão bela, que é indecente>> ele disse a você…

Eu reconheço ter a chance de não se preocupar muito com o meu físico. Pelo menos ainda não. Felizmente, porque eu duvido muito de mim de outras maneiras. É uma profissão relacionada à imagem. Eu sou consciente que o físico importa, mas eu aprecio mais quando falam de mim, e dizem que sou uma boa atriz. Senão, eu tenho a impressão de ser uma bela concha.

Fazer uma carreira em inglês, não foi uma maneira de você se destacar de sua mãe?

No início, sem dúvida. Depois de Bertolucci, eu encontrei um agente inglês, e eu comecei a gravar Kingdom of Heaven, de Ridley Scott (2005). Tudo se encadeou muito rápido. Eu decidi, então, me mudar para Londres, que eu amo profundamente, onde eu me sinto adulta. Em Paris, é um casulo: Eu volto a ser uma menininha.

Você fez dois filmes com Tim Burton, Sombras da noite e O Lar das Crianças Peculiares. Como você trabalhou com ele?

Muito visualmente. Nos comunicamos por meio de desenhos. Ele não gosta muito que a gente fale, que cavamos psicologias. Juntos, nós procuramos o visual. Depois, tudo passa por mímica, a voz do personagem, que ele encontra. Ele confia inteiramente nos atores. Com ele, você se sente livre e amado. Ele convida todos a fazer o seu pequeno show, e vê-lo entusiasmado é um prazer. O truque, é fazer demais. Como Tim não aposta nada no realismo, ele suscita fortemente o barroco, o excesso. Devemos saber equilibrar… Miss Peregrine é uma Mary Poppins sombria, com uma fala muito rápida e gestos de pássaros. Ela faz tudo para proteger suas crianças. Um papel sem nada sexual.

<<Gótica>> É uma etiqueta que você cola na pele…

Eu talvez procurei. Adolescente, eu amava The Cure e Edward mãos de tesoura, eu me vestia frequentemente de preto, e eu continuo, aliás. Mas se eu estudei Lady Mcbeth ou Mary Tudor, é porque meu professor de arte dramática me dava esses papéis para que eu fizesse violência. Daí me catalogam <<Dark>>, <<gótica>>, <<Femme fatale>>…talvez eu devesse raspar minha cabeça um dia, para escapar dessa reputação. Eu interpreto uma femme fatale com Roman Polanski, é verdade. Enquanto eu não sou tudo na vida, uma mulher simples, eu estou lutando.

Mais você encarna muito bem a <<Femme Fatale>>!

As Femmes Fatales, é verdade, eu interpretei em Sin City por exemplo. Mas eu também interpretei heroínas frágeis, perdidas, desequilibradas … Eu tenho a chance de fazer um trabalho que permite metamorfoses. Quando eu era pequena, eu pedia a minha mãe para me contar histórias com personagens que viveram experiências fortes, transformando o curso de sua existência.

Você é também, uma heroína que luta contra o mal. Em Penny Dreadful, você foi possuída, você levita. O trabalho em uma série de televisão, é diferente do cinema?

Sim e Não. Eu temia um ritmo desenfreado, de não poder trabalhar, como em Camelot (2011), outra série, que foi uma experiência bastante infeliz. Mas o criador, John Logan, deu-se ao trabalho. Ele começou na TV e se mostrou perfeccionista e doce. Ele me ofereceu um dos melhores papéis, permitindo uma estreita colaboração entre nós. Ele me enviou o roteiro dos episódios, perguntando o que eu pensava. Eu sugeri, por vezes, de reescrever algumas passagens. Um luxo extraordinário! É difícil se desfazer de uma experiência assim. Ao mesmo tempo, três anos, desse universo de trevas, é muito longo. Quando assinamos por uma série, damos a alma ao diabo, porque nós não sabemos quanto tempo ela durará.

Você diz que não recebe propostas de papéis na França.

Não me conhecem muito aqui. Eu tenho um agente francês por dois anos somente. Alguns devem imaginar que eu só amo a mitologia e o universo fantástico, que eu esnobo o cinema intimista ou realista. Nada me agradaria mais do que sujeitos ásperos, desde que sejam intensos. Os irmãos Dardenne, por exemplo, criam situações fortes, de conflitos interiores extremos … com a atriz sueca Alicia Vikander, eu recentemente gravei Euphoria, dirigida pela compatriota Lisa Langseth. A história de uma relação simbiótica e tensa entre duas irmãs. Ele é algo novo para mim.

Você poderia nos citar uma atriz importante para você?

Bette Davis. Tão livre e irreverente. Em O que aconteceu com Baby Jane?, de Robert Aldrish (1962), melodrama puro, ela é precisa, aguda, eficaz, muito física. Ela tem um senso de humor decapante. Ela fez toneladas e é divertido de assistir. Ela não teme nada.

Sua mãe te serviu de modelo?

Tenho que reconhecer, eu diria que não. Mas eu sempre destinei uma grande admiração por minha mãe atriz, porque ela é profundamente instintiva. É um animal. Estou orgulhosa dela e ela de mim. Enfim, foi isso que ela me disse…

Fora do cinema, a qual outra arte você é particularmente sensível?

A Fotografia. Em meus E-mails, eu muitas vezes junto as minhas pobres palavras uma foto, que é bem mais poético, sem necessariamente conhecer o autor. Eu sou bastante Geek, neste lado. Este é o lado positivo, mesmo extraordinário, da Internet. Eu faço a pesquisa por temas e descobri coisas simbólicas, surreais, às vezes muito antigas. Gosto de colecioná-las em meu computador. Elas são sempre em preto e branco. Concordo com o que Ted Grant disse, o fotojornalista canadense: << Se você fotografar pessoas em preto e branco, vou está fotografando sua alma. Enquanto que com cor você fotografa suas roupas >> Entre os meus artistas prediletos estão: Diane Arbus, Francesca Woodman, Sally Mann, Man Ray, Robert Frank …

Você gosta da sua época?

Não. Mas eu acho que se eu tivesse nascido um século atrás, o meu desconforto teria sido o mesmo. Cada época tem suas falhas: As mulheres não tinham muito poder, antigamente. Eu tenho a mesma impressão, que vivemos o fim de um ciclo, que chegamos a um impasse. O mundo ficou louco, e eu nunca vi tantas pessoas deprimidas ao meu redor.

O que você vai fazer depois das filmagens do filme de Roman Polanski?

Partir. Vou talvez na Nova Zelândia, eu nunca estive lá. Viajar sozinha, eu já fiz isso. Nós aprendemos muito sobre si mesmo. Você encontra também, o que não encontraria se você fosse com alguém. Eu gosto de andar com um propósito. No Butão, o que recompensa são os templos incríveis. Em fevereiro passado, eu estava na Tanzânia por um mês. Uma vez passei a fase difícil para as mulheres de sofrer com comentários desagradáveis <<Como isso? Você não é casada? e por quê?>>. É fabuloso, eu não sou religiosa, mas posso dizer que Deus vive lá. É uma natureza mística que rasga o coração.

E em 15 anos?

Eu me vejo em uma casa nas montanhas. Ou numa fazenda na Irlanda, cercada de animais. Longe do mundo. O mar? A não ser que seja selvagem, como na Bretanha. Porque as Maldivas…que chato! Eu gosto das paisagens que nós exploramos, que nós percorremos. A montanha é como uma ópera.

Fonte: http://www.telerama.fr/cinema/eva-green-je-joue-encore-une-femme-fatale-avec-polanski-alors-que-je-ne-le-suis-pas-dans-la-vie,152683.php

 

Eva Green já mostrou ter bom gosto pra cinema, livros e lugares, então nada melhor do que ter diversas recomendações da atriz juntas no mesmo post. Confira o que a nossa equipe separou:

LIVRO: The shadow of the Wind de Carlos Ruiz Zafón– “Eu recentemente li <<A sombra do vento>>, do escritor espanhol Carlos Ruiz Zafón. É uma linda estória, e um ótimo livro para ler nos feriados. Muito romântico.”

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FILME: Sils Maria de Olivier Assayas– “São três atrizes soberbas”

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LUGAR: Deyrolle, loja de taxidermia em Paris, França– “É uma loja muito bonita. É como estar em um conto de fadas ou alguma coisa assim.”

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ESTILO: Cate Blanchett- “Cate Blanchett! Ela é muito elegante. Mostra que consegue ficar confortável em qualquer coisa que ela vista. Não há impressão de que um estilista escolheu seu traje e fez ela usar aquilo. Cate e eu não conhecemos uma a outra, mas se eu a conhecesse, eu adoraria elogiá-la pessoalmente. Mas eu desmaiaria de admiração primeiro.”

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FILME: Respire de Mélanie Laurent- “Nos últimos meses, eu amei <<Respire>>, de Mélanie Laurent. Eu amo essa garota, que tenta coisas diferentes de projeto em projeto.”

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MÚSICA: The National– Eva descreve a música da banda como “Muito boa”

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LIVRO: Long Walk To Freedom de Nelson Mandela– “Eu li << Long Walk to Freedom>> de Nelson Mandela e ele é meu herói!

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FILME: Tabu de Miguel Gomes- “<<Tabu>> de Miguel Gomes foi o último filme que eu assisti e penso que é realmente uma jóia, nós não fazemos mais filmes como este. É excêntrico, gentil e atrevido…”

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LÍNGUA: Sueco- “É muito musical e poética.”

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BELEZA: Esmalte Midnight Cami by Essie Pro- “Eu gosto de usar algum durante o verão, preferencialmente cores profundas, como <<Midnight Cami da Essie Pro>>.

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Estrelando em O Lar das Crianças Peculiares, a fabulosa, glamorosa e inconvencional Eva Green, 36 anos, conversa com MiND FOOD sobre diversos assuntos – De sobre se sentir ‘Atraente o suficiente’ para Hollywood, até seus medos de infância de palhaços. A antiga Bond Girl (Casino Royale) e regular na série de TV, Penny Dreadful, nasceu em Paris. Ela exala uma misteriosa e antiquada qualidade raramente vista nas atrizes modernas. Essa mesma qualidade tem garantido sua carreira nos filmes.

 

Miss Peregrine é descrita como misteriosa, inteligente e dura. Alguns poderiam dizer que este foi um ajuste perfeito.

(Risos) Bem, eu gosto de pensar assim. Eu tento.

 

O que você gosta nesta personagem literária?

Ela é tão legal. Ela cuida de todas essas lindas crianças e fuma cachimbo (risos). E também, é a primeira vez que eu não estou sendo o interesse amoroso.

 

Você fuma?

Não mais. Eu costumava ser fumante, mas eu parei há 3 anos.

 

Pensando na palavra peculiar, quando foi que você se sentiu peculiar em sua vida?

Eu sempre me senti um pouco peculiar. Eu acho que muitas pessoas de alguma maneira já se sentiram, muito diferentes [de outras]. As pessoas dizem que eu sou estranha, mas eu não me sinto estranha – então talvez eu seja estranha! (Risos) Eu tenho cabelo preto, eu me senti estranha quando criança, eu era muito tímida, com medo de ir a festas de aniversário e de palhaços.

 

O que te assusta agora?

Deus, muitas coisas neste mundo. Eu não sei por onde começar. Ganância, poluição… A ganância principalmente.

 

Você tem algum animal de estimação?

Eu tenho um cão, mas minha irmã cuida dele. Ele é um Border Terrier. O nome dele é o Sr. Griffin.

 

Como você se dá com sua irmã?

Minha irmã vive na Itália, então eu não a vejo muito frequentemente, mas nós conversamos via Skype. Ela tem duas lindas crianças que eu adoro. Ela tem um vinhedo, então ela faz o próprio vinho. Sim, é muito legal.

 

Como ela cuida do seu cão na Itália?

Bem, ele é mais o cão dela agora, é verdade. É meio triste. É difícil viajar com um cão. No Eurostar você não pode levar o seu cão com você, o que eu espero que um dia eles façam com que isso aconteça.

 

Como você gosta de estar em Los Angeles? Não é muito o seu estilo de cidade?

Eu estou meio que ok com LA agora. No início era bem intimidante, mas agora eu até gosto. Mas isso levou um tempo. Acho que muitos atores se sentem estranhos em LA. Você sempre se sente como se estivesse sendo julgado. Você é gostosa? Você não é gostosa? É um negócio estranho.

 

Você é vegetariana?

 Sim, quase uma vegana. Eu trapaceio às vezes, mas eu sou vegana. Sim, bem Hollywood (risos).

 

 Você tem alguma maneira favorita de se cuidar?

Sim, eu amo caminhar, gosto de longas caminhadas, andar nas montanhas, escaladas.

 

O que tempo significa para você? Você usa relógio?

Ah, odeio relógios na vida real. Eu não posso usar relógios pois eu iria olhar para ele todo segundo. É meio que um vício (risos). Eu acho que talvez, isso me faz lembrar da escola ou algo assim. Eu preciso estar na hora. Eu meio que sou surtada com isso. Eu sou como meu pai, que é sueco, então é tudo sobre ser pontual. Mas eu não tenho uma agenda e eu não gosto muito de regras.

 

Como você se sente sobre a passagem do tempo?

Sinto que está acelerando à medida que eu envelheço.

 

Você alguma vez já pensou ‘ Por que eu entrei nesse negócio? ’

 Eu não sei. Sim, é uma indústria bastante dura e eu sinto que às vezes eu irei alcançar um ponto em que eu estarei ‘Chega! Não consigo mais fazer isso! ’ Sendo julgada todo o tempo e seu agente e quem quer que seja dirá para você não, ‘Você não é gostosa o suficiente’ Isso é difícil.

 

Onde você mora?

Londres.

 

Como você descreveria seu apartamento? É moderno? É antiquado?

Não, parece ah, Deus, é uma mistura de Asiático-Indiano. Parece um templo, como uma bolha. É um pouco barroco, sim.

 

O que você gosta sobre cachimbos?

Tem algo maravilhoso e algo bem estranho, o cheiro dele, é bem doce. Eu me sinto um homem, um detetive. É bem legal.

 

Você está usando anéis bem interessantes…

Ah, os anéis. Sim, eu tenho vários como esse. É meio que um anel da sorte. Eu fico um pouco nervosa quando dou entrevistas, então é meio que uma armadura. É de uma designer que eu não consigo pronunciar seu nome corretamente. É Elena Okutova. Eu vou no site dela. Ela tem uma página no Facebook e ela é, novamente, bem barroca e bem colorida, e meio mágica. Tem um mundo em cada pedra, quase como uma bola de cristal ou algo do tipo, sim.

 

Que tipo de música você escuta?

Todos os tipos. Eu gosto de jazz, clássica, alternativa. A música é importante na minha vida.

 

-Entrevista traduzida por Eva Green Brasil

Fonte

 
 

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A fã brasileira que reside em Dublin relatou sobre a segunda vez que encontrou Eva Green entre gravações. Confira:

“Após o meu primeiro encontro com a Eva Green, assisti a várias outras gravações externas em diferentes locações espalhadas pela cidade de Dublin [Irlanda], com outros atores de Penny Dreadful e de outras séries e filmes também. Por exemplo, a casa do Sir Malcolm em Penny Dreadful eles filmam a 15 min. de onde eu moro. Eu pedalo muito por Dublin, por isso “esbarro” sempre em alguma produção. Nessas pedaladas, estava a caminho do trabalho e vi que estavam filmando no The Natural History Museum, perguntei ao segurança se era Penny Dreadful e ele confirmou. Não demorou muito tempo e lá estava ela maravilhosa, Eva saiu do Museu com uma pessoa da produção, atravessou a rua e eu fui até ela, pedi licença para tirar uma foto, mais uma vez foi mega gentil e disse sim. Dessa vez eu não gaguejei (rs) tanto e fui logo falando que mal esperava pela nova temporada e que ela tinha arrasado como sempre na última, ela agradeceu e soltou aquele sorriso lindo! Foi muito rápido, ela estava com pressa à caminho do hotel para retocar a maquiagem. Mas como sempre, esses minutinhos sempre valem a pena!”

O primeiro encontro entre a atriz e a fã você pode ler aqui.

 

O ator mirim Sebastian Croft está no elenco da terceira temporada de Penny Dreadful, onde já o vimos contracenar com Eva Green no episódio The Day Tennyson Died (S03E01). De acordo com o IMDb do ator ainda o veremos em futuros episódios da série do Showtime.

Sebastian, que viveu o personagem Ned Stark jovem em Game of Thrones no episódio Home que foi ao ar recentemente, interagiu conosco via Twitter! Confira:

Olá, Sebastian! Conte aos fãs brasileiros de Penny Dreadful como foi filmar a terceira temporada com Eva Green!

https://twitter.com/SebastianCroft/status/729218443245924352

Bom dia, Brasil! Filmar com a impressionante Eva foi uma honra enorme. Estar no mesmo cômodo que alguém com tanto talento!

E para finalizar…

Nós gostamos muito de vê-lo no elenco de Game of Thrones também! Esperamos te ver mais vezes em ambas as séries.

Obrigada! Sinto o amor vindo do Brasil.


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